Lead bom não salva operação desorganizada.
Em oito anos dentro de equipes comerciais de níveis e estados diferentes, a conta apareceu sempre igual: a maior perda não está na origem do lead. Está no que acontece nas horas seguintes.
O caminho que o lead percorre — e onde ele costuma morrer.
Não é um pacote de serviços. É a operação comercial desenhada de ponta a ponta.
Resultado de quem já mudou a estrutura.
Saiu de uma estrutura de captação genérica e imprevisível para uma estrutura profissional: 3x mais leads qualificados e previsibilidade de captação mês a mês.
Ao implementarmos a estrutura, vendeu nos 3 primeiros meses mais de 7 milhões apenas com os nossos leads, se tornando líder do estado pela administradora da qual faz parte.
Desligou os anúncios que rodava por fora e passou a trabalhar somente com os leads da Kinar na mão da equipe. Fechou R$ 1,8 milhão na primeira produção e R$ 3 milhões na segunda, com o mesmo time.
O lead entrou na segunda-feira e foi fechado no dia seguinte — porque havia distribuição imediata e abordagem no primeiro dia, não só volume chegando. No primeiro mês de operação, cerca de R$ 5 mil investidos em captação viraram quase R$ 1 milhão em vendas.
Quatorze estados, realidades comerciais diferentes.
O que funciona em São Paulo não funciona no Acre. Campanha, abordagem e cadência mudam por estado — e a gente sabe onde mudam porque acompanha equipe em cada um deles.
Operações reais, em praças diferentes, com estruturas construídas por nós.
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A primeira conversa já é diagnóstico.
Trinta minutos olhando a sua operação: origem dos leads, o caminho até o vendedor, a rotina do gestor. Você sai da reunião sabendo onde está a perda, com ou sem a Kinar.